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O dia 8 de março, Dia Internacional da Mulher, tem uma origem histórica e um contexto baseado em uma luta incessante por igualdade de direitos, participação na política pública e por melhores condições de trabalho. Estes fatos remontam o início do século XX e as lutas são tão atuais ainda hoje, 2026, Século XXI.

 

Ainda sofremos violência demasiada em todos os setores de nossas vidas: ainda temos uma enorme estatística de feminicídio anual que assusta; somos consideradas inferiores e somos poucas ocupando cargos relevantes; ainda somos discriminadas por sermos mulheres e ainda somos tratadas como objeto por muitas pessoas. 

E, há um fato que dói, bastante: ainda não somos leais e empáticas com outras mulheres. Isso é fruto de um machismo arraigado que vem de gerações consecutivas. 

Mulheres que não conseguem defender ou se colocar no lugar de outras mulheres.

Quantas vezes ouvimos frases deste tipo, vindo de outras mulheres: 

 

"É mulher de malandro, gosta de apanhar."

A violência contra a mulher envolve muitos fatores psicológicos que causam síndrome de Estocolmo, entre outros sintomas profundos.

 

As mulheres não precisam de um único dia internacional dedicado a elas, se os demais 364 dias do ano forem dedicados a destruir sua alma, sua vida e sua existência.

 

Eu desejo que, não apenas hoje, mas em todos os dias de nossas vidas, tenhamos respeito, amor, companheirismo, amizades sinceras, incentivos, enfim, igualdade com todos os seres humanos, porque é o básico para que possamos crescer.

 

E que haja mais solidariedade entre mulheres e não uma competição velada disfarçada de gentileza.

 

Feliz Dia Internacional da Mulher.

 

 

Akasha De Lioncourt
Enviado por Akasha De Lioncourt em 08/03/2026
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