Bistrô da Poesia
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                                                 imagem obtida na internet 

Fraternidade 
para com a vida no planeta. 

Ouvimos tanto falar em fraternidade e sempre associamos essa palavra com um comportamento que devemos manter para com nossos semelhantes, nossos irmãos. E nos esquecemos que esses irmãos não precisam ser, necessariamente, humanos.

Com isso, vemos tantos casos de maus tratos aos animais, seja com os pequenos que se encontram abandonados pelas ruas, seja em locais de visitação pública, como zoológicos e circos, seja dentro das casas, quando os próprios tutores abandonam seus animais de estimação por qualquer que seja o motivo.
Vemos ainda formas de maus tratos muito mais graves, com o Planeta, com a Natureza, com todas as formas de vida, tudo em nome de um progresso que só nos leva à degradação total de tudo o que foi criado.
Egoístas... Sim, é da natureza humana pensar que tudo foi criado para nos servir. É tão lindo ver os animais adestrados em circos, resorts, parques, zoológicos, mesmo sabendo que eles passam por sofrimentos horríveis para que seja obtido esse comportamento servil que não faz parte da natureza deles.
Há séculos e séculos esse pequeno planeta situado dentro do sistema solar tem servido de escravo para a vontade humana e mesmo seus sinais de reação, através das “catástrofes naturais”, têm sido inócuos para que compreendamos que tudo isso faz parte de uma lei conhecida por ação e reação. Não se trata sequer de religião mas de algo cientificamente comprovado e conhecido como sendo uma das Leis de Newton: “a cada ação corresponde uma reação de igual intensidade”.
Como estamos agredindo brutalmente a natureza com fins egoístas e com fins lucrativos, ela nos responde destruindo o bem maior que possuímos e para o qual não damos o devido valor: a vida.
Enquanto não tratarmos todas as formas de vida e nosso planeta como verdadeiros irmãos, respeitando os animais, a natureza e uns aos outros, não vejo um futuro muito promissor para o gênero humano. Nós mesmo estamos buscando o nosso fim, pelo menos dessa forma como nos conhecemos hoje. E isso não é obra de ninguém, apenas uma desconstrução do que recebemos de graça. A vida nos mostra milhões de milagres todos os dias, desde o amanhecer até o pôr do sol e não nos damos ao trabalho de admirar a obra o espetáculo da vida que se renova a cada dia. Perdemos a ternura... Isso não podia acontecer jamais e cada ação traz consigo a responsabilidade do ato. Vamos torcer para conseguirmos suportar todos eles.


31/03/2011


Akasha De Lioncourt
Enviado por Akasha De Lioncourt em 31/03/2011
Alterado em 31/03/2011
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