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07/03/2009 18h34
PRECE A DR. BEZERRA DE MENEZES

PRECE A DR. BEZERRA DE MENEZES



Nós te rogamos, Pai de infinita bondade e justiça, as graças de JESUS CRISTO, através de BEZERRA DE MENEZES e suas legiões de companheiros.

Que eles assistam, Senhor, consolando os aflitos, curando os que se tornam merecedores, confortando aqueles que tiverem suas provas e expiações a passar, Esclarecendo aos que desejarem conhecer e assistindo a todos quantos apelem para Teu infinito amor.

Jesus, divino portador da graça e da verdade, estende Tuas mãos dadivosas em socorro daqueles que te reconhecem como despenseiro fiel e prudente.. Faze-o divino modelo, através de tuas legiões consoladoras, de teus santos espíritos, a fim de que a fé se eleve, a esperança aumente, a bondade se Expanda e o amor triunfe sobre todas as coisas.

BEZERRA DE MENEZES, apóstolo do bem e da paz, amigo dos humildes e dos enfermos, movimenta as tuas falanges amigas em benefício daqueles que sofrem, sejam males físicos ou espirituais.

Santos espíritos, dignos obreiros do Senhor, derramai as graças
 
e as curas sobre a humanidade sofredora, a fim de que as criaturas se tornem amigas da paz e do conhecimento, da harmonia e do perdão, semeando pelo mundo, os divinos exemplos de JESUS CRISTO.

Publicado por Akasha De Lioncourt em 07/03/2009 às 18h34
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16/01/2009 15h19
Seta, essa paixão nacional (Bob Sharp)
Seta, essa paixão nacional
Pelo que se vê todos os dias, devemos ser
campeões mundiais no uso do indicador de direção

por Bob Sharp

Há momentos em que seria bem-vindo o retorno das setas semafóricas, aquelas que se estendiam para fora como os antigos semáforos de braço, também conhecida por "bananinha". Que Fusca chegou a ter aqui no Brasil, há quem se lembre. As setas à moda antiga aliviariam um dos tantos suplícios do nosso trânsito, ao lado de lombadas e bandidos da faixa esquerda: quem nunca ficou parado atrás de um carro, à noite, com a seta ligada aguardando entrar à esquerda ou à direita quando o sinal abrir? Dá desespero às vezes.

Aquela luz âmbar piscando à sua frente por 30 segundos, um minuto e às vezes mais tira qualquer um do sério. Se não há outra escolha senão seguir o sentido obrigatório, para que, então, usar a seta? Há duas explicações para isso. Primeiro, uma exigência do Código de Trânsito incorretamente interpretada; segundo, assim ensinam nas auto-escolas, para que o examinando não sucumba ao olhar crítico do examinador e venha a ser reprovado.

Minha filha começou a dirigir recentemente e, quando saímos juntos, fico abismado como ele usa a seta para tudo, o tempo todo. Há alguns anos, num lançamento de novo modelo de carro para a imprensa, no autódromo José Carlos Pace, em Interlagos, bairro de São Paulo, um jornalista usava a seta antes de cada curva do circuito...

Um dos grandes problemas do uso indiscriminado da seta é que de aviso de intenção ela passou a autorização -- "mas eu dei a seta...". São incontáveis as vezes, na estrada, em que um caminhão, ônibus ou automóvel avança para a sua faixa ao mesmo tempo em que a seta é ligada. Nem antes, nem depois.

O Código de Trânsito Brasileiro determina o uso da seta (indicador de direção, ou pisca-pisca, ou ainda o uso do braço) nas ultrapassagens, segundo os artigos 29 inciso XI alíneas a, c; artigo 35, nos "deslocamentos laterais" (transposição de faixas), conversões, retornos e ao tencionar parar o veículo de modo regulamentar. Não usar o equipamento (ou o braço) nessas situações constitui infração grave, segundo o artigo 196, punível com multa de R$ 127,69 e atribuição de 4 pontos ao prontuário. Mas não há previsão de punição para quem usar o indicador de direção desnecessariamente.

O uso exagerado da seta nas saídas e acessos de auto-estradas (atenção: auto-estrada não existe no nosso Código, apenas rodovia) é muito comum. O sujeito já está na faixa mais à direita, a saída é tangente e suave, de alta velocidade, e lá começa o pisca-pisca a funcionar, muitas vezes meio quilômetro antes. O mesmo acontece com freqüência nos acessos bem projetados, com extensa faixa de aceleração, em que já se toma a pista na velocidade do tráfego ou mesmo acima.

Nas ultrapassagens em rodovia/auto-estrada não faz sentido acionar o indicador se o motorista consulta os espelhos e certifica-se de que não há tráfego próximo à retaguarda. Como também ao voltar para a faixa inicial, pois aquele que foi ultrapassado sabe que isso não vai demorar a acontecer e, de qualquer maneira, está indo mais devagar do que o veículo que o ultrapassou.

O bom motorista considera o indicador de direção equipamento auxiliar, e não essencial. Sabe identificar os momentos em que seu uso é importante, por exemplo, numa rua de cidade ao perceber tráfego atrás e, ao pretender dobrar à esquerda adiante, sinalizar a intenção bem antes para que os demais possam ultrapassar pela direita (permitido pelo Código nesse caso, conforme o artigo 199), desta maneira colaborando com os "colegas" e contribuindo para a fluidez do tráfego.

Nas ruas e avenidas das cidades o indicador de direção serve muito bem para avisar que a velocidade do seu carro vai diminuir antes de dobrar à direita ou à esquerda, ou que esse é o motivo para as luzes de freio terem-se acendido. Mas isso só se você tiver se posicionado corretamente antes da manobra -- na faixa de um desses lados --, e nunca procurar transpor uma faixa imediatamente antes de dobrar. Esse erro é dos mais graves e causador dos mais sérios acidentes, principalmente envolvendo veículos de duas rodas ("Mas eu dei a seta...").

Nos cruzamentos, um motorista que esteja aguardando para efetuar a travessia será informado que o outro carro não passará à sua frente se a seta deste estiver acionada para o seu lado. Pedestres em vias de atravessar a rua podem ser ajudados pelo uso correto da seta, já que podem antever para que lado irá um que carro que se aproxima.

Outro uso apropriado do indicador de direção é chamar a atenção do motorista à frente para o fato de que você deseja ultrapassá-lo, sem recorrer à buzina ou aos faróis altos por meio da função relampejador, ambos revestidos de certa agressividade. Esse uso da seta não é previsto no Código, mas sua lógica tem prevalecido e por esse motivo é cada vez mais visto nas estradas brasileiras. Exatamente o mesmo ocorre nas autobahnen, as auto-estradas alemãs: não faz parte do Código de lá, mas todos usam.

A vantagem desse método reside em avisar a que vem atrás que você está tentando ultrapassar alguém e que só está naquela faixa por esse motivo, e que deverá retornar à anterior e conceder a ultrapassem tão logo possível. Outra, é o fato da luz piscante, intermitente, ser facilmente detectável pelo motorista do carro à frente mesmo que ele não esteja no momento olhando para qualquer dos espelhos, graças à visão periférica que todos temos.

Por isso tudo, a seta ou indicador de direção precisa passar de paixão nacional a uso racional. Todo mundo sai ganhando com isso.


Fonte:
www2.uol.com.br/bestcars/colunas/bob-113.htm

Publicado por Akasha De Lioncourt em 16/01/2009 às 15h19
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12/11/2008 14h11
As tempestades também são necessárias

As tempestades também são necessárias

 
As tempestades também são necessárias
Não olvidemos da proteção divina, o Pai está conosco em todos os instantes, nos amparando e nos fortalecendo diante das lutas diárias que iremos travas nessas existência.

Passaremos por dias de sol, onde a alegria reinará, a esperança estará a nossa frente e nosso íntimo estará repleto de serenidade.

Mas lembremos, que nos encontramos numa caminhada evolutiva e muitos ainda são os aprendizados.

Por isso, compreendamos que as tempestades também são necessárias para nosso progresso. Não nos desesperemos quando a dor bater à nossa porta.

Na verdade, ela é o socorro da Providência Divina diante de muitos desatinos que apenas afetam nosso Espírito.

O sofrimento ao invés de ser encarado com desespero, nos convida à reflexão.

As dificuldades que nos atingem, nos levam a analisar o caminho que estamos trilhando e nos conduzem a um novo rumo.

Sigamos confiantes, porque as atribulações que nesse instante enfrentamos, passarão e nos deixarão grandes ensinamentos.

Mesmo diante de tantas provações, o Mestre jamais perdeu a Sua serenidade, não percamos a nossa também.

Continuemos, porque com a fé acesa, jamais estaremos perdidos.

Confiemos no Pai Celeste, Ele sabe o que faz e ainda não somos capazes de compreender os Seus desígnios. Mas Ele busca pela nossa regeneração.

Ele espera que nos renovemos e cheguemos até Ele.

E em alguns momentos, as tormentas se aproximam e causam receio, mas tenhamos a certeza que na verdade, elas apenas estão limpando o caminho.

Lembramo-nos de uma passagem em um dos livros de André Luiz, onde ele encontra-se num posto de socorro em plena região umbral. A paisagem é horrível e uma forte tempestade se aproximava. Receoso, André questiona o instrutor se a tempestade não faria mal aos habitantes daquele lugar, assim como ao próprio ambiente.

Calmamente, o instrutor lhe explicou que a tempestade era necessária, porque iria destruir fluídos negativos muito pesados e ajudaria na harmonização e higienização do ambiente, permitindo que assim, caravanas de luz pudessem se aproximar e levar auxílio.

E de fato, após a tempestade, o ambiente já apresentava sensíveis melhoras. O ar estava mais leve e o Auxílio Divino pode agir.

Assim também, são as adversidades que nos ocorrem. Se no primeiro momento, elas nos fragilizam, lembremos que logo após, elas estarão higienizando tanto nosso mundo externo como nosso íntimo, nos preparando para que possamos modificar nossos passos.

E aí, a nossa frente, um outro ambiente se formará. Por isso, não tenhamos medo.

As tempestades não significam que o Pai nos abandonou ou está nos punindo. Pelo contrário, está nos dando uma nova oportunidade.

Oportunidade de recomeçarmos.

Vamos, não desanimemo-mos, prossigamos o caminho, mesmo quando repleto de obstáculos.

Iremos vencê-los, mas para isso se faz necessário unir fé e ação.

Só assim, se caminha e a caminhada é longa, mas passo a passo, chegaremos.

Encaremos as tempestades que vierem, porque elas não podem nos impedir de continuar, desde que tenhamos a perseverança conosco.

Só com perseverança não nos perdemos no meio do caminho ou somos vencidos pela escuridão.

Sem perseverança, a chama da fé tende a se enfraquecer dia após dia.

Sejamos perseverantes em todos os instantes e nossa fé nos guiará.

Peçamos auxílio ao Alto e encaremos as tempestades que se formarem.

Não nos aliemos ao desânimo ou à revolta. Eles apenas paralisam nossas forças internas.

Também não nos entreguemos à dúvida ou ao desespero. Porque são ervas daninhas que querem nos enfraquecer.

Vençamos nossos receios e vigiemos nossos pensamentos. Porque quando temos pensamentos positivos, nos sintonizamos com a espiritualidade e sentimos suas inspirações em nossa vida.

Encontrando assim, forças para enfrentarmos qualquer tempestade. Mesmo quando ela parecer nos levar ao chão.

Confiemos, porque a tempestade passará e um novo horizonte chegará.

Então, quando a tempestade se aproximar, não nos aflijamos, nos liguemos com a Providência Divina, nos aliemos à prece e iremos sentir a presença do Pai a nos guiar.

E nosso Espírito continuará sua jornada.

Sônia Carvalho

Publicado por Akasha De Lioncourt em 12/11/2008 às 14h11
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12/11/2008 14h09
Aprenda a exercitar o auto-respeito
Aprenda a exercitar o auto-respeito
 
Aprenda a exercitar o auto-respeito

Valorizar suas próprias vontades e parar de dar ouvidos às críticas das outras pessoas são os primeiros passos para alcançar o sucesso.

Estamos acostumados a dar crédito para os outros e, por isso, as críticas nos machucam tanto. Além disso, o segredo do sucesso era justamente não dar ouvidos a elas, especialmente porque as críticas sempre vão existir. Reforço: jamais conseguiremos satisfazer a todos. O ponto de partida? Ficarmos do nosso lado, nos darmos o devido valor e não nos criticarmos. É claro que isso leva um tempo, mas é possível, viu, gente!? Aos poucos, vamos treinando o princípio do auto-respeito. E o melhor de tudo: quanto menor for o medo da crítica, maior será a criatividade e o sucesso.

Muito bem, para facilitar esse processo, sugiro um exercício que vai ajudá-la a tirar aquela pastinha chamada ‘os outros’ de dentro de si. Está disposta a deixar os seus sentimentos, sua vocação e sua percepção em primeiro plano?

Feche os olhos e observe onde estão esses ‘outros’. Geralmente, eles se localizam sobre a sua cabeça, fruto daquelas primeiras críticas que você sofreu quando ainda era uma criança. Muito bem: que tal soltá-los completamente? Reconheça que os outros estão ali, que o pensamento e a vontade deles estão ali. O raciocínio, o corpo, os olhos e a boca são deles. Você, por sua vez, está dentro de si mesma. O resto é pura ilusão.

Agora, diga para si mesma: “Eu posso amar os outros, mas é só amor o que tenho por eles. Eles não estão dentro de mim”. Isso mesmo, deixe-os fora: pais, irmãos, família e pessoas do mundo em que conviveu ou convive. Independentemente do que eles querem ou do que eles vêem, nada disso tem importância para você. Muito bem: vamos tirar a importância dos outros! Sinta seus próprios olhos. Sinta seus pensamentos.

Como é bom ter a liberdade de pensar por conta própria. Sinta os seus próprios ouvidos. Sinta-se única e repita: “O que os outros sentem são deles. Até respeito, mas não assumo. O meu é meu, porque assim a vida quis. Isso é o básico, o real, o exato. Deixo sair de mim toda a energia dos outros. Eles não têm mais forças, porque eu não lhes dou mais esse poder. Não preciso saber o que querem, o que pensam, o que sentem. E se eles se manifestarem, nada disso tem a ver com a minha vida. São eles que devem mudar e não eu. Somente eles podem fazer algo por eles mesmos. Eu posso até colocar ajuda à disposição. Mas eles se ajudam se quiserem. E é um direito deles ficarem ofendidos comigo. Reafirmo: não estou neles. Não assumo nenhuma crítica”.

Agora, libere as dúvidas que você tem. Solte o passado e todos aqueles que lhe ofenderam. Por fim, diga: “Eu desculpo as pessoas e, ao mesmo tempo, desculpo a mim mesma. Liberto os outros de mim. Solto os fantasmas do meu passado e as pessoas que guardei dentro de mim apenas porque elas me feriram. Liberto a todos. Vou soltando, porque o que os outros dizem não tem valor para mim. O que os outros fazem não tem um valor maior do que o que eu faço. E vou soltando. Eu não preciso reagir, pois as críticas não me afetam mais. Não têm mais importância. Os elogios também não. Dou valor à verdade e só eu posso reconhecê-la. E, daqui para a frente, só vou confiar nos meus sentidos”.

Luiz Antonio Gasparetto

Publicado por Akasha De Lioncourt em 12/11/2008 às 14h09
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08/11/2008 20h06
AMEM AS SUAS DIFERENÇAS

AMEM AS SUAS DIFERENÇAS

 
AMEM AS SUAS DIFERENÇAS


Amem as suas diferenças, pois este é o momento em que elas vão ficar cada vez mais marcantes.

“Uma das tentativas de se entender o outro é colocar-se no lugar dele; é dar-se o direito de sentir os seus dilemas, as suas dores, as suas dificuldades, os seus anseios, as suas alegrias e os seus momentos de depressão. Isso é o que se chama – no plano dos seres encarnados – de empatia.

A empatia permite entender o outro, e a partir do momento em que se entende um pouco melhor o outro, que se compreende as suas emoções, é possível começar a amar o outro...e amar as diferenças.

Todos os seres de todos os universos de Luz, conhecidos ou não, são absolutamente individuais; passaram por suas próprias experiências. Não há seres idênticos, que em sua origem e experiência ao longo de todas as vidas e passagens, tenha constituído uma Essência idêntica à outra.

Amem as suas diferenças, pois este é o momento em que elas vão ficar cada vez mais marcantes.

Cada vez mais as energias que são direcionadas para nosso sistema planetário, são colocadas de tal maneira a polarizar as energias, internas também.

Este é o momento das grandes decisões internas.

Há aqueles que, por sua experiência e pelas suas características (e usufruindo do sagrado privilégio do livre arbítrio) vão dar por um caminho; assim como há outros irmãos na Luz que vão dar em outros caminhos. Em si não há caminhos bons ou ruins; em si não há lugares bons ou ruins no universo.

Os “buracos negros” que foram mencionados em algumas das mensagens telepaticamente passadas, não estão confrontando com os “buracos brancos”, pois para a manutenção do universo, é preciso que haja criação, e também a destruição.

Não se cria nada sem que antes se destrua o passado.

Filhos, aprendam a respeitar a dualidade de cada um de vocês, pois esse é o primeiro passo para adquirir a sabedoria e o equilíbrio, e só a partir disso é que se atinge a ascensão.

Ao longo de toda minha vida sempre trabalhei pelo equilíbrio e não perco uma oportunidade sequer de falar sobre ele; é ele que traz a lucidez, amplia a consciência, pacifica os corações e as mentes, trazendo novos ares e novas brisas, refrescando todo o ambiente e iluminando a atmosfera.

Lembrem-se dessas minhas palavras quando os momentos se tornarem mais próximos da data cósmica.
Fiquem em paz.”

Sou o Senhor deste planeta. Estou presente em cada folha, em cada pétala, em cada lampejo de ar, em cada labareda do fogo, em cada luar.

Eu Sou Sidarta Gautama.

http://www.comandoestelar.locaweb.com.br/

Publicado por Akasha De Lioncourt em 08/11/2008 às 20h06
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